Homeopatia em Curitiba

Dr Waldemiro Pereira

 
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Vetores Quânticos da Homeopatia

 

Esta hipótese de Venturelli considera em primeiro lugar, a função de onda da solução homeopática como um vetor que seja a combinação linear entre outros dois vetores de estado, enquanto por um lado o vetor do eixo “x” representa a função de onda do solvente, por outro lado o vetor do eixo “y” representa a função de onda do soluto. Em segundo lugar, este postulado aplica a função de onda da homeopatia à versão homeopática da equação de autovalores e autovetores de Schrödinger. E por fim, este pressuposto infere a inversão do vetor que representa a seta do tempo pela segunda lei da termodinâmica, a partir da proposta de Arthur Eddington.

 

PRIMEIRA PARTE: Interpretação Quântica da Homeopatia.

 

O título desta obra faz referência à abordagem teórica e prática das soluções homeopáticas inseridas na matemática da equação de Schrödinger, sobre a função de onda, em que uma mistura homogênea é tida como um sistema quântico semelhante à nuvem eletrônica de um sistema atômico, isso porque as partículas dispersas em uma solução estão abaixo de um nanômetro (ou dez angstrons) de diâmetro, o que propicia funções de onda na solução de entrelaçamento quântico do soluto ao solvente, sendo que o colapso dessas funções de onda é promovido pela energia vital de origem neuropsíquica.

 

Uma vez emaranhados na dispersão, o disperso e o dispersante formam um sistema singular, entrelaçado e individualizado, com propriedades medicinais ou curativas as quais poderão ser administradas ao paciente a ser tratado. O mesmo não acontece com rios, lagos, esgotos e etc., porque as dispersões homeopáticas apresentam volumes compatíveis com os compartimentos teciduais dos organismos vivos. Embora os oceanos possam ser importantes na memória coletiva da água, ainda assim, as ondas do mar não se manifestam, necessariamente, em um frasco de solução medicamentosa, pois as grandezas homeopáticas são citológicas e histológicas, mas não geográficas. Em outras palavras, as dispersões de esgotos, rios, lagos, mares e oceanos são dispersões de dimensões geográficas, enquanto que as soluções homeopáticas são dispersões de dimensões orgânicas.

 

1) Função de onda e versão homeopática da equação de Schrödinger:

 

A função de onda da solução transmite informações referentes ao princípio ativo, à semelhança de bits quânticos ou qubits, pela memória do médico em sinergia de ressonância mórfica com a memória da água.

 

1.1) Função de onda da homeopatia:

 

Na função de onda homeopática, o caráter ondulatório e o caráter corpuscular são considerados estados quânticos complementares e a sobreposição dos mesmos é admissível, conforme o princípio da complementaridade, de Niels Bohr.

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

 

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática; |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

 

1.2) Equação de autovalores e autovetores:

 

A função de onda da homeopatia é a sobreposição de estados do princípio ativo, que está simultaneamente diluído ou disperso e concentrado ou precipitado. Então, no colapso da função de onda, o princípio ativo se define em partícula referida ao organismo tratado.

 

H Ψ = E Ψ

 

Onde: H = operador clínico ou homeopático da solução; Ψ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = energia associada ao observável clínico do soluto.

 

2) Espaço vetorial da neuropsicologia homeopática (modificado de Freud e Jung):

 

Seja um espaço vetorial complexo em que por um lado o eixo das abscissas, chamado de “x”, seja o “id” irracional da teoria de Freud ou o inconsciente involuntário; enquanto que por outro lado o eixo das ordenadas, chamado de “y”, seja o “superego” racional da teoria de Freud ou o consciente voluntário; enquanto que o vetor “Ψ” da combinação linear entre “x” e “y” seja o “ego” da teoria de Freud ou o “self” da teoria de Jung, ou ainda, o pré-consciente ou subconsciente do ser pensante, particularmente do ser humano, e neste sentido todo e qualquer ser humano, mas no caso da homeopatia, em especial o médico homeopata com conhecimento em matemática, física, química, biologia e medicina. A natureza do “ego” ou do “self” é informacional, mas seu caráter ou comportamento é automático porque o “id” ou o inconsciente é a variável independente.

 

3) Espaço vetorial das soluções homeopáticas:

 

Seja um espaço vetorial complexo em que por um lado o eixo das abscissas, chamado de “x”, seja o vetor de estado do solvente; enquanto que por outro lado o eixo das ordenadas, chamado de “y”, seja o vetor de estado do soluto; enquanto que o vetor “Ψ” da combinação linear entre “x” e “y” seja a função de onda da solução homeopática, a qual está sujeita à ressonância com o pré-consciente ou subconsciente do médico homeopata. Neste caso das soluções homeopáticas, as diluições são pequenas e o soluto é quimicamente mensurável.

 

4) Espaço vetorial de memória da água:

 

Seja um espaço vetorial complexo em que por um lado o eixo das abscissas, chamado de “x”, seja o vetor de estado do solvente de natureza real; enquanto que por outro lado o eixo das ordenadas, chamado de “y”, seja o vetor de estado do soluto de natureza imaginária; enquanto que o vetor “Ψ” da combinação linear entre “x” e “y” seja a função de onda de memória da água, a qual está sujeita à ressonância com o pré-consciente ou subconsciente do médico homeopata. Neste outro caso, as soluções homeopáticas estão ultradiluídas.

 

5) Espaço vetorial do campo morfogenético (plano complexo inverso):

 

Mantendo-se a ideia de que o eixo das abscissas seja representativo do solvente, enquanto que o eixo das ordenadas seja representativo do soluto, a inversão do plano complexo se faz necessária para definir matematicamente o campo morfogenético. Neste caso, por um lado o eixo das abscissas, chamado de “x”, será o vetor de estado do solvente imaginário adaptável ao soluto; enquanto que por outro lado o eixo das ordenadas, chamado de “y”, será o vetor de estado do soluto real presente na natureza; enquanto que o vetor “Ψ” da combinação linear entre “x” e “y” será a função de onda do campo morfogenético em ressonância vital com o médico homeopata.

 

6) Sinergia de memórias em ressonância mórfica:

 

A memória da água isoladamente, pela proposta de Jacques Benveniste, Luc Montagnier e Bernd Kröplin, embora não seja desprezível, é relativamente efêmera e tem um efeito medicamentoso discreto, de modo semelhante, a memória do médico isoladamente que atue sobre um solvente isolado, conforme a inferição de Masaru Emoto, sem a participação prévia de um soluto específico recentemente diluído e dinamizado, também tem uma ação farmacológica tênue, todavia, a sinergia entre a memória do médico e a memória da água, esta relativa a um soluto determinado, previamente diluído na solução atualizada pela dinamização, conforme os postulados de Samuel Hahnemann, ambas as memórias em ressonância entre si, têm efeito medicamentoso muito mais significativo.

 

Além disso, essa sinergia de memórias pode ser propagada por ressonância mórfica (pelos pressupostos de Rupert Sheldrake) entre médico, paciente e pessoal da farmácia, isto segundo estas hipóteses de Venturelli, que levam em consideração o biocentrismo de Robert Lanza, o modelo quântico de David Bohm e, paradoxalmente, o princípio da complementaridade (de Niels Bohr) incluído na interpretação de Copenhague, a qual teve contribuições de Wolfgang Pauli, Werner Heisenberg, Paul Dirac, Lise Meitner e Paul Ehrenfest, dentre outros. As hipóteses de Venturelli poderiam ser chamadas ainda de interpretação do Brasil, em alusão às ideias de Bohm (que além de americano também era brasileiro) e em analogia à interpretação de Copenhague, da qual esta versão tupiniquim é oposta e complementar.

 

A ressonância entre a função de onda homeopática e a função de onda psicológica (a partir de Sigmund Freud e Carl Jung) sugere um paralelo entre o princípio vital presente no livro Organon (de Hahnemann) e a onda piloto da obra de Bohm, de tal modo que a memória da água possa vir a ser explicada pela universalidade da função de onda piloto, mas à luz do biocentrismo (de Lanza) vinculado à essencialidade cosmopolita do princípio vital, ou em outras palavras, assim como o ser pensante armazena suas experiências pessoais no subconsciente ou pré-consciente, a água também memoriza suas experiências de solubilidade em dimensões biológicas frente aos seres vivos, sujeitas à ressonância mórfica de Sheldrake, ou em dimensões geográficas frente ao planeta e aos ecossistemas (também suscetíveis à ressonância morfogenética de Rupert Sheldrake).

 

7) As variáveis ocultas da interpretação do Brasil:

 

Foi quando lecionava na Universidade de São Paulo (USP) no Brasil, no início dos anos 50 do século XX, que David Bohm elaborou sua teoria das variáveis ocultas da física quântica, que incluía a ideia da função de onda piloto inferida por Louis de Broglie. No Brasil, desde 1980, a homeopatia tem reconhecimento oficial do Conselho Federal de Medicina (CFM) sendo considerada uma especialidade médica, tanto quanto a neurologia ou a neurocirurgia e a cardiologia ou a cirurgia cardiovascular. Assim sendo, esta hipótese homeopática, vinculada à mecânica quântica, pode ser chamada de “interpretação do Brasil” em complementaridade à “interpretação de Copenhague”. As variáveis ocultas postuladas por Bohm se aplicam à homeopatia quântica, porque a dualidade entre partícula e onda nas hipóteses de Venturelli se assemelha às variáveis ocultas das ideias daquele físico norte-americano nascido na Pensilvânia em 1917 e naturalizado brasileiro em 1954.

 

“O modelo quântico da consciência, proposto por David Bohm, físico teórico, introduz uma visão radicalmente diferente da percepção humana. Ele sugere que o cérebro funciona como um “sintonizador”, captando informações do campo quântico subjacente, algo como uma “realidade não local” que transcende o espaço e o tempo.” – Paz, Gicélia. Física Quântica : Desvendando os Mistérios do Universo em Escala Microscópica (Portuguese Edition) (pp. 43-44). Edição do Kindle.

 

“Bohm sugeriu que a consciência humana poderia ser vista como um processo holográfico, no qual a mente percebe uma versão fragmentada de uma realidade que está, na verdade, interconectada e total. Ele acreditava que as partículas subatômicas, e até a consciência, são manifestações de uma ordem profunda que transcende a experiência diária.” – Paz, Gicélia. Física Quântica: Desvendando os Mistérios do Universo em Escala Microscópica (Portuguese Edition) (p. 44). Edição do Kindle.

 

Em termos físicos, a realidade quântica é a alternância entre o comportamento corpuscular e o comportamento ondulatório, ou seja, a dualidade entre onda e partícula surge de um revezamento dicotômico da mentalidade humana. De tal modo que, por um lado, quando se tem consciência da onda, o corpúsculo se torna a variável oculta no inconsciente; enquanto que, por outro lado, quando se tem consciência do corpúsculo, a onda se torna a variável oculta no inconsciente. Quando o estado consciente ativa o caráter ondulatório da partícula quântica, o caráter corpuscular se torna inativo no inconsciente; quando o caráter corpuscular da partícula quântica se torna ativo pelo consciente, daí o caráter ondulatório se inativa no inconsciente, isso sendo possível pela natureza eletromagnética das oscilações neurais.

 

A força do pensamento na mecânica quântica, que pode ser chamada de energia mental ou energia psicológica, é uma força ou energia involuntária e vital que age naturalmente, através das ondas cerebrais de natureza eletromagnética, as quais oscilações neurais atuam mudando o comportamento de onda e de corpúsculo, dos elétrons e dos íons livres, alternando os estados consciente e inconsciente referente à informação técnica de soluto e solvente, bem como de posição e momento; sendo que a consciência da posição transforma o fenômeno de ondulatório para corpuscular, enquanto que a consciência do momento transforma o fenômeno de corpuscular para ondulatório, o que explica o princípio da incerteza (de Heisenberg) e se fundamenta na assertiva de que as partículas quânticas se propagam como ondas e se detectam como corpúsculos.

 

“Para um paralelo com a lição da teoria atômica acerca da limitada aplicabilidade dessas idealizações costumeiras, devemos nos voltar, na verdade, para ramos bem diferentes da ciência, como a psicologia, ou até para o tipo de problemas epistemológicos com que já se confrontavam pensadores como Buda e Lao Tsé, ao tentarem harmonizar nossas posições de espectadores e atores no grande drama da vida.” – Niels Bohr; Vera Ribeiro. Física atômica e conhecimento humano (Portuguese Edition) (Locais do Kindle 410-413). Contraponto. Edição do Kindle.

 

Durante a prescrição medicamentosa, quando o médico concentra sua consciência na indicação do princípio ativo, o qual nada mais é do que o soluto, então o solvente se torna a variável oculta no inconsciente; porém, quando o médico foca seu pensamento consciente na indicação das potências homeopáticas referentes às dinamizações e diluições, que traduzem a quantidade de solvente, daí o soluto se torna a varável oculta no inconsciente, apesar de tais alternâncias entre o estado consciente e inconsciente do aparato psicológico ou neurológico virem a se revezar em pequenas frações de segundo, sendo o princípio vital precedente à energia vital. As variações nas frequências das ondas cerebrais, conforme as alternâncias entre consciente e inconsciente, intercalam as modificações funcionais específicas nas moléculas da solução, em virtude desse revezamento das oscilações neurais originadas pelo princípio vital e propagadas pela energia vital.

 

8) Neuropsicologia da homeopatia quântica:

 

O aparato psicológico é imaginário enquanto que o aparato neurológico é real, sendo que tal duplicidade dialética é expressa pela geminação dos números complexos. A existência é real e a inexistência é imaginária, mas a vida se vale de ambas; a realidade é de natureza neurológica, a imaginação é de natureza psicológica e as duas são de natureza vital. O princípio vital tem uma conotação mais psicológica, embora não exclusiva; enquanto que a energia vital tem uma conotação mais neurológica, apesar de não exclusiva, então a expressão “energia psicológica” tem um significado tipicamente neuropsicológico. Por um lado, quando o solvente é real, o soluto é imaginário. Por outro lado, quando o solvente é imaginário, o soluto é real. Nas soluções homeopáticas, em virtude da memória da água e do entrelaçamento entre o disperso e o dispergente, o solvente intrínseco é o soluto extrínseco, do mesmo modo que o soluto intrínseco é o solvente extrínseco.

 

O conhecimento homeopático, do mesmo modo que todos os outros conhecimentos, sejam técnicos ou culturais, são armazenados substancialmente no estado pré-consciente ou subconsciente, sendo que a informação homeopática consolidada engloba pelo menos a química das misturas, a matemática das potências decimais e centesimais, bem como a farmacologia das substâncias, e a medicina da clínica geral e pediatria. Portanto, ao se fazer a analogia entre bits quânticos e estados homeopáticos, quais sejam, os qubits homeopáticos, decorre disso o entendimento da importância de se ter uma bagagem de aprendizagem enraizada em matemática, física, química, biologia e medicina, quer dizer, a interface neuropsíquica dos bits quânticos exige um embasamento teórico e prático inerente ao estado pré-consciente ou subconsciente.

 

9) A matemática imaginária da mecânica quântica:

 

A matemática dos números complexos na mecânica quântica representa a abstração de natureza psicológica e a realidade de natureza neurológica, o que indica dois estados alternantes do consciente e dois estados alternantes do inconsciente, no entanto, o conteúdo psicológico e o conteúdo neurológico se entrelaçam quanticamente no estado pré-consciente ou subconsciente. A alternância entre consciente e inconsciente produz a alternância entre partícula e onda, e entre posição e momento, além disso, a rotatividade ou oscilação manifestada no pré-consciente promove conjuntamente a alternância entre imaginação e realidade. De tal sorte que o estado pré-consciente ou subconsciente seja um domínio do princípio vital o qual se propaga pela energia vital.

 

O princípio vital proposto por Bordeu, Barthez e Hahnemann, pode ser chamado de essência vital ou de elã vital (Henri Bergson) ou ainda, como disse Schrödinger, citando Aristóteles em seu livro “O que é Vida?”, o princípio vital pode ser denominado também de enteléquia; embora possa inclusive ser designado por ápeiron, lembrando de Anaximandro, mas de qualquer modo, desde que seja entendido enquanto uma função de onda que sobreponha o aparato psicológico e o aparato neurológico em uma combinação linear, e em cada caso, que mescle ou interponha também o estado consciente e o estado inconsciente. Então, admitida a essência vital na mecânica quântica biocêntrica, a combinação linear entre consciente e inconsciente haverá de ser a natureza subconsciente ou pré-consciente do princípio vital, que pode ser psicológica ou neurológica, enquanto que a combinação linear entre psicologia e neurologia virá a ser a natureza neuropsicológica da enteléquia ou do elã vital (ou, ainda, do ápeiron).

 

10) Transformações do observador consciente:

 

Seja “A” a matriz da transformação linear referente à observação consciente do médico homeopata…

 

10.1) Colapso da função de onda da solução resultando no solvente:

 

Seja o colapso da função de onda para o solvente…

 

A |ψ⟩ = |x⟩

 

Onde: A = matriz canônica da transformação linear; |ψ⟩ = função de onda da solução; |x⟩ = vetor de estado do solvente (*).

 

* Os componentes de |x⟩ são |x1⟩ e |x2⟩

 

Onde: |x1⟩ = solvente real (com soluto imaginário); |x2⟩ = solvente imaginário (com soluto real).

 

10.2) Colapso da função de onda da solução resultando no soluto:

 

Seja o colapso da função de onda para o soluto…

 

A |ψ⟩ = |y⟩

 

Onde: A = matriz canônica da transformação linear; |ψ⟩ = função de onda da solução; |y⟩ = vetor de estado do soluto (*).

 

* Os componentes de |y⟩ são |y1⟩ e |y2⟩

 

Onde: |y1⟩ = soluto real (com solvente imaginário); |y2⟩ = soluto imaginário (com solvente real).

 

SEGUNDA PARTE: Versão Homeopática da Equação de Schrödinger.

 

As partículas dispersas em uma solução estão abaixo de um nanômetro (ou dez angstrons) de diâmetro, o que propicia funções de onda na solução homeopática de entrelaçamento quântico do soluto ao solvente.

 

1) Função de onda quântica da homeopatia:

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

 

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática (*); |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

 

(*) A função de onda da solução transmite informações referentes ao princípio ativo, à semelhança de bits quânticos ou qubits, pela memória do médico em sinergia de ressonância mórfica com a memória da água.

 

2) Versão homeopática da equação de Schrödinger:

 

Uma vez emaranhados na dispersão, o disperso e o dispersante formam um sistema singular, entrelaçado e individualizado, com propriedades medicinais ou curativas as quais poderão ser administradas ao paciente a ser tratado. O mesmo não acontece com rios, lagos, esgotos e etc., porque as dispersões homeopáticas apresentam volumes compatíveis com os compartimentos teciduais dos organismos vivos. Embora os oceanos possam ser importantes na memória coletiva da água, ainda assim, as ondas do mar não se manifestam, necessariamente, em um frasco de solução medicamentosa, pois as grandezas homeopáticas são citológicas e histológicas, mas não geográficas. Em outras palavras, as dispersões de esgotos, rios, lagos, mares e oceanos são dispersões de dimensões geográficas, enquanto que as soluções homeopáticas são dispersões de dimensões orgânicas.

 

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

 

Onde: H = operador clínico ou homeopático da solução; |ψ⟩ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = energia associada ao observável clínico do soluto.

 

3) Aplicação da equação de Schrödinger homeopática:

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩, onde α e β são amplitudes complexas que definem as probabilidades do qubit colapsar em |0⟩ ou |1⟩ quando medido. Neste caso, pela equação H|ψ⟩ = E|ψ⟩, onde H é o operador Hamiltoniano, que representa a energia total do sistema, e E é o autovalor correspondente à energia medida, o valor de |ψ⟩ pode ser |0⟩ ou |1⟩ se estes forem autoestados, podendo se afirmar que o operador é o observável e o escalar é a observação em si, sendo importante notar que |0⟩ é diferente do vetor nulo, pois quando o vetor é igual a 0 (zero) não se pode aplicar a equação.

 

3.1) Seja a função de onda da homeopatia quântica:

 

As propriedades quânticas das soluções homeopáticas permitem que as mesmas sejam expressas pelos princípios gerais da mecânica quântica e pelo seu formalismo matemático, particularmente, na manifestação da função de onda…

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

 

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática; |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

 

3.2) Seja a versão homeopática da equação da função de onda:

 

A função de onda da homeopatia quântica é aplicável à versão homeopática da equação de Schrödinger ou equação da função de onda…

 

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

 

Onde: H = operador linear da solução; |ψ⟩ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = observável clínico do soluto, de natureza real.

 

3.3) Entrelaçamento entre o solvente e o soluto na solução homeopática:

 

Levando em conta o emaranhamento quântico entre o solvente e o soluto na solução homeopática, deste modo, quando a função de onda colapsa para o vetor de estado do solvente, automaticamente haverá a manifestação de um estado complementar expresso pelo vetor de estado do soluto, sendo que, no caso de soluções ultradiluídas, a solução se confunde com o solvente, quer dizer, solução e solvente podem ser representados pelo mesmo vetor de estado, ou seja, pela função de onda da solução na versão homeopática da equação de Schrödinger…

 

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

 

… Embora possam representar estados quânticos distintos na expressão matemática da função de onda…

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

 

Neste caso, é interessante observar que, quanto maior for a diluição, mais provável será o colapso da função de onda no estado quântico do solvente, este representado pela função de onda da solução, sendo que, por outro lado, mais provável também será a manifestação do estado quântico complementar, este outro representado pelo vetor de estado do soluto, o qual será referido ao paciente.

 

TERCEIRA PARTE: Hipótese Antiquântica.

 

A hipótese antiquântica ou quarkquântica de Venturelli é especialmente inspirada no livro “O Que é Vida?” de Erwin Schrödinger e na interpretação de Copenhague, particularmente no princípio da complementaridade de Niels Bohr e no princípio exclusivo de Wolfgang Pauli, tendo sido relevante também, a ideia de divisibilidade nuclear dos átomos suscitada por Lise Meitner e Otto Frisch, bem como anteriormente a estatística de Ludwig Boltzmann sobre a entropia. No mais, vale ressaltar que se trata de um postulado da especialidade elaborada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, e que foi trazida ao Brasil em 21 de novembro de 1840, com a chega no Rio de Janeiro do médico francês Benoit Jules Mure, atualmente sendo essa data a referência ao dia nacional da Homeopatia.

 

Os quarks reunidos no centro de um bárion nuclear, relativamente próximos entre si, possuem mais energia cinética do que quando se afastam para a periferia desse bárion, isso devido ao fenômeno da liberdade assintótica, deste modo, os níveis quânticos dos quarks são inversos. Quanto mais próximos entre si e do centro de um bárion nuclear, mais energia possuem os quarks.

 

Ao se aproximarem do centro do bárion os quarks ganham energia cinética e quando ganham energia cinética se aproximam do centro desse bárion nuclear. Ao se afastarem do centro do bárion nuclear os quarks perdem energia cinética e quando perdem energia cinética se afastam do centro desse bárion, essa é a liberdade assintótica, que caracteriza a inversão dos níveis quânticos em relação à eletrosfera.

 

As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte.

 

Entropia negativa é uma decorrência da atividade da força forte exercida pelos glúons dos bárions nucleares, caracterizando a liberdade assintótica dos quarks. A interação entre dois quarks up, mas também entre dois quarks down e até entre um quark up e um quark down, é regida pela força forte e se comporta como liberdade assintótica, uma disposição antiquântica da energia nuclear dos átomos.

 

1) Força forte e entropia fraca:

 

Em sendo discreta a magnitude das oscilações dos quarks, a desordem dessas partículas é limitada e a ordem prevalece (utilizando a terminologia de Schrödinger sobre ordem e desordem na definição de entropia). Ou em outras palavras, a restrição da amplitude oscilatória dos quarks restringe também as configurações da estatística térmica ou espacial e temporal de seus microestados.

 

2) Equação da entropia estatística:

 

A liberdade assintótica da força forte diminui o número de microestados na fórmula de Boltzmann porque restringe as oscilações dos quarks em termos quantitativos, mas não qualitativos, ou seja, os quarks têm oscilação em rotação, vibração, translação e transição, mas quantitativamente restritas.

 

S = k . ln ω

 

Onde: S = entropia; k = constante de Boltzmann; ln = log natural = log na base 2,718 (número de Euler); ω = número de microestados.

 

Os estados quânticos dos quarks são menos quantitativos em relação aos estados quânticos dos elétrons, porque estes são consideravelmente mais livres do que aqueles. E isso também se aplica aos estados quânticos dos bárions nucleares, além disso, o spin de um próton é relativamente independente dos spins de seus quarks.

 

3) Quarks up reduzem mais a entropia:

 

A força forte é a interação entre partículas de mesma carga elétrica, ou de cargas elétricas de mesmo sinal, sendo que os quarks up têm cargas iguais nos prótons, por isso esses quarks ligados entre si, por glúons, são responsáveis por maior redução da entropia, pois embora os quarks down também tenham cargas iguais nos nêutrons, essas cargas dos quarks down possuem menor intensidade em termos modulares.

 

Ao interagir especialmente entre cargas elétricas iguais, a força forte é tanto maior quanto maiores forem as cargas elétricas iguais entre si.

 

Ou seja:

 

Qualquer quark up tem carga elétrica igual a + 2/3 enquanto que qualquer quark down tem carga elétrica igual a – 1/3 (menor em módulo do que a carga do quark up).

 

Carga do quark up = + 2/3.

 

Carga do quark down = – 1/3.

 

Por possuírem cargas maiores, dois quarks up unidos têm maior força forte e menor liberdade do que dois quarks down unidos, assim, os quarks up diminuem mais a entropia biológica em relação aos quarks down.

 

Em outras palavras:

 

Os quarks up são os principais redutores da entropia nos sistemas biológicos.

 

Isso explica a importância do hidrogênio nas reações biológicas, visto que os átomos do elemento hidrogênio possuem o maior número proporcional de quarks up, estando em excesso na maior parte de seus isótopos.

 

4) A força forte da água:

 

O conteúdo de hidrogênio da água explica sua importância na participação da ressonância hídrica de natureza homeopática e vital.

 

A natureza quantitativa e qualitativa dos quarks up, nos átomos de hidrogênio que compõem as moléculas de água a tornam a substância mais importante dos organismos vivos, particularmente daqueles com tecidos e órgãos complexos.

 

A ligação por glúons entre dois quarks up é mais forte do que a mesma ligação entre dois quarks down ou entre um quark up e um quark down, isso explica a diminuição da entropia pelos quarks up porque quanto mais forte a ligação, menor a variação de estados, e microestados, em termos quantitativos e não qualitativos. Assim, a ligação entre dois quarks down também é mais forte do que a ligação por glúons entre um quark up e um quark down, isso porque a força forte atua entre partículas com cargas elétricas de mesmo sinal.

 

5) Números quânticos e antiquânticos:

 

No título 41-7 ao falar do modelo padrão, o livro de física moderna de Tipler e Mosca cita as teorias da grande unificação e diz que “Em uma destas teorias, os léptons e os quarks são considerados como duas faces de uma única classe de partículas.” Nas hipóteses de Venturelli, os quarks são tidos como léptons porque a maior parte da massa nuclear é atribuída aos glúons, os quais exercem a força forte.

 

Os números quânticos estão relacionados à ideia de função de onda ou orbital do lépton atômico, quer dizer, a região no espaço onde seja maior a probabilidade do elétron ou do quark serem encontrados, sendo interessante perceber que os orbitais eletrônicos estão na eletrosfera enquanto que os orbitais quarktrônicos estão na quarksfera intrabariônica ou intranucleônica. Em relação aos números quânticos, os números antiquânticos têm sinais opostos.

 

Embora se admita que a rotação de um lépton em um átomo seja uma propriedade intrínseca associada ao número quântico spin, ainda assim, a hipótese antiquântica considera que esse fenômeno de rotação possa receber a influência da energia de ondas cerebrais, não da consciência e do desejo ou da vontade, mas sim de uma faixa de frequência, tal qual no efeito fotoelétrico; daí a observação ter o impacto de promover o colapso da função de onda.

 

Além das ondas cerebrais, igualmente as demais oscilações eletromagnéticas em Frequências Extremamente Baixas (FEB), quer dizer, do espectro do tipo ELF (Extremely Low Frequency) que estão ente 3 Hz e 30 Hz, incluindo a ressonância Schumann, todas essas frequências espectrais, do tipo ELF ou FEB, abrangem a energia vital, especialmente aquelas geradas pela atividade elétrica do coração, bem como da musculatura lisa e esquelética, como bem lembrou Schrödinger, em seu livro “O Que é Vida?” nas notas do epílogo:

 

“(i) Meu corpo funciona como um puro mecanismo, de acordo com as Leis da Natureza.

 

(ii) Ainda assim, sei, por experiência direta incontestável, que comando seus movimentos, dos quais prevejo os efeitos, que podem ser decisivos e extremamente importantes, em cujo caso sinto e assumo por eles total responsabilidade.

 

A única inferência possível a partir destes dois fatos, imagino, é que eu – eu no sentido mais amplo da palavra, ou seja, toda mente consciente que sempre disse ou sentiu ‘eu’ – sou a pessoa, se é que existe alguma, que controla ‘o movimento dos átomos’, de acordo com as Leis da Natureza.”

 

5.1) Número quântico principal (n): É a posição do lépton.

 

É admitido que o número quântico principal, n, ao identificar a posição do lépton (elétron ou quark) seja o tamanho do orbital. Trata dos níveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos níveis e antiníveis quânticos.

 

5.2) Número quântico secundário ou azimutal (l): É o momento angular do lépton.

 

O número quântico secundário, l, indica o momento angular orbital do lépton, por isso, define também o formato do orbital. Trata dos subníveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos subníveis e antissubníveis quânticos.

 

5.3) Número quântico magnético (ml): É o vetor do momento angular do lépton.

 

Este número quântico, ml, chamado de magnético, indica a orientação espacial do orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular orbital do lépton, ao qual se associa um momento magnético orbital.

 

5.4) Número quântico spin (s): É o momento angular intrínseco do lépton.

 

O número quântico de spin, s, define o momento magnético associado à rotação e, de certo modo, também, a oscilação do lépton, tendo sido proposto para os elétrons pelo físico austríaco Wolfgang Pauli, em 1925. De modo mais específico, é o momento angular de giro ou rotação do lépton. É considerado uma propriedade intrínseca do elétron e do quark, mas vejamos o que sugere o estudo da espectroscopia pelo eletromagnetismo em ordem crescente dos comprimentos de onda (decrescente em frequência e energia):

 

5.4.1) Radiação ultravioleta: Está associada à transição eletrônica, especialmente com ionização molecular.

 

5.4.2) Luz visível: Transição de estado quântico molecular ou transição eletrônica das moléculas.

 

5.4.3) Radiação infravermelha: Vibração quantizada (e translação em energia contínua) das moléculas.

 

5.4.4) Radiação de micro-ondas: Rotação molecular em energia quantizada.

 

5.4.5) Radiação das ondas de rádio: Rotação quantizada no núcleo atômico, que é uma rotação bariônica ou nucleônica, visto que o núcleo de hidrogênio tem apenas um próton e gira na ressonância magnética nuclear.

 

5.4.6) Radiação de ondas ELF (3 Hz a 30 Hz): Rotação leptônica ou spin de elétrons e quarks, ou seja, a radiação de ondas em frequências extremamente baixas (ELF) promove o giro dos léptons (quarks e elétrons), mas também qualquer radiação que esteja entre 1.000 Hz e 0,001 Hz pode estar associada ao giro dos léptons.

 

5.5) Número quântico magnético de spin (ms): É o vetor do momento angular intrínseco do lépton (magnetismo da rotação do lépton).

 

Este número quântico, ms, chamado de magnético do spin, indica a orientação espacial da rotação corpuscular no orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular de giro ou rotação do lépton, ao qual está associado um momento magnético intrínseco.

 

6) Critérios eletromagnéticos:

 

A energia antiquântica foi inferida por este médico, na forma de níveis antiquânticos, no livro Teoria Bioquântica Astroatômica, elaborado desde 1990, na Cidade do Rio de Janeiro (RJ), em Petrópolis (RJ) e no Hospital Naval de Ladário (MS), sendo registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (RJ) em 1994, tendo sido publicado pela editora Sul das Gerais, na cidade de Pouso Alegre (MG) em 1995. Todavia, em 1933, o físico austríaco Wolfgang Pauli já havia postulado uma teoria antimaterial da energia, ao demonstrar que um operador autoadjunto, ao observável tempo, implicaria em valores positivos e negativos da energia quântica.

 

Embora seja interessante observar que antes disso, em 1928, o físico britânico Paul Dirac tenha elaborado uma equação que levou à inferição da existência de pósitrons e, deste modo, da antimatéria, mesmo assim, é de se ressaltar que a ideia da energia antimaterial tenha sido emergida das demonstrações de Pauli.

 

7) Entropia negativa:

 

Em seu livro “O Que é Vida?” Erwin Schrödinger propõe o fenômeno da entropia negativa, no título 6…

 

“O que é então esse algo tão precioso contido em nosso alimento, e que nos livra da morte? A isso responde-se facilmente. Todo processo, evento, ocorrência – chame como se quiser – numa palavra, tudo o que acontece na Natureza significa um aumento da entropia da parte do mundo onde acontece. Assim, um organismo vivo aumenta continuamente sua entropia – ou, como se poderia dizer, produz entropia positiva – e, assim, tende a se aproximar do perigoso estado de entropia máxima, que é a morte. Só posso me manter distante disso, isto é, vivo, através de um processo contínuo de extrair entropia negativa do ambiente, o que é algo muito proveitoso, como já veremos. Um organismo se alimenta, na verdade, de entropia negativa. Ou, exprimindo o mesmo de modo menos paradoxal, o essencial no metabolismo é que o organismo tenha sucesso em se livrar de toda a entropia que ele não pode deixar de produzir por estar vivo.”

 

“Como poderíamos expressar em termos da teoria estatística a maravilhosa faculdade do organismo vivo, pela qual ele atrasa o decaimento no equilíbrio termodinâmico (morte)? Dissemos antes: ‘Ele se alimenta de entropia negativa’, como se atraísse um fluxo de entropia negativa para si mesmo, a fim de compensar o aumento de entropia que produz por viver e, assim, manter-se em um nível de entropia estacionário e bem baixo.”

 

É interessante observar que os eventos corriqueiros ocorridos no meio ambiente, que são mencionados por Schrödinger, são em geral reações físicas e químicas que envolvem energia convencional e não nuclear.

 

8) Ressonância quarkquântica:

 

Os léptons subatômicos, ou seja, elétrons e quarks, apresentam a mesma frequência natural de oscilação, mas a energia dos elétrons é quântica enquanto que a energia dos quarks é antiquântica. As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte. Quando quarks e elétrons entram em ressonância, a entropia diminui porque os quarks são mais numerosos em um mesmo átomo.

 

Em outras palavras, a resultante da ressonância quarkquântica diminui, e não aumenta, a amplitude das oscilações ressonantes.

 

Ou seja, a energia quântica apresenta entropia positiva e a energia antiquântica apresenta entropia negativa.

 

9) Classificação das oscilações neurais:

 

As ondas cerebrais expressam frequências eletromagnéticas em um espectro apropriado ao exame da energia vital, o que é útil às aplicações da dinamização na homeopatia eletromagnética ou quântica. Ondas cerebrais, ritmos neurais, oscilações neurais ou ritmos neurais são atividades eletromagnéticas associadas ao movimento de íons entre os neurônios e o meio extracelular, que podem ser detectadas pelo eletroencefalograma (EEG) ou pelo magnetoencefalograma (MEG).

 

A eletroencefalografia (EEG) e, por extensão, posteriormente, a magnetoencefalografia (MEG) surgiram com os trabalhos de Hans Berger, que entre 1920 e 1924 realizou os registros iniciais do eletroencefalograma (EEG). Sendo que entre 1926 e 1929, Berger obteve os registros de ondas alfa occipitais e descreveu sua reatividade à abertura ocular.

 

As principais oscilações neurais são relatadas a seguir…

 

Ondas alfa (8 a 13 Hz): Relaxamento alerta ou vigília descontraída.

 

As ondas alfa (média de 10 Hz) são típicas de meditação, calma, contemplação, percepção sensorial e intuição.

 

Ondas beta (13 a 30 Hz): Foco, concentração, alerta e pensamento lógico.

 

As oscilações beta (média de 20 Hz) são próprias de vigília, alerta, foco, atenção e mente concentrada no trabalho ou nos estudos.

 

Ondas gama (acima de 40 a 140 Hz): Processamento cognitivo superior, memória e foco intenso.

 

As ondas gama (mínimo de 30 Hz) são inerentes em maior atividade cerebral, aprendizagem avançada ou neurose e psicose.

 

Ondas delta (0,1 a 4 Hz): Associadas ao sono profundo, ao coma e ao alívio de dores.

 

As onda gama (máximo em cerca de 3 Hz) estão presentes no automatismo orgânico, sono profundo sem sonho, sono não-REM ou coma.

 

Ondas teta (4 a 8 Hz): Ligadas à meditação profunda, relaxamento e criatividade.

 

As ondas teta ou theta (máximo em torno de 7 Hz) são vigentes na sonolência, sono superficial, sono REM, imaginações, transcendência ou hipnose.

 

10) Considerações homeopáticas:

 

Elétrons são léptons quânticos e quarks são léptons antiquânticos, mas que em ambos os casos essas partículas subatômicas apresentam as mesmas frequências naturais de oscilação, as quais abrangem os valores múltiplos e submúltiplos de 1 Hz até o limite inferior de frequência eletromagnética das ondas de rádio. A energia de ligação nuclear é fornecida pelos glúons, os quais entremeiam quarks e bárions e reduzem a entropia daquelas subpartículas nucleônicas pelo fenômeno da liberdade assintótica. A ressonância entre quarks e elétrons promove um aumento da entropia na fase quântica e uma diminuição da entropia na fase antiquântica, esta que prevalece notadamente em meio aquoso, o que é aproveitado pelos organismos vivos na forma de energia vital, que é uma energia de baixa entropia.

 

Os sinais eletromagnéticos de neurônios e de músculos, tanto lisos quanto esqueléticos, que são obtidos da transferência cinética de íons através da membrana plasmática com o meio tissular, são de mesma frequência da ressonância quarkeletrônica, o que pode resultar em reforço ressonante mútuo referente aos pulsos telúricos da ressonância Schumann, com efeitos de aumento da amplitude da energia vital, sem aumento de entropia, sendo possível também, o reforço ressonante com a irradiação em frequências oscilatórias correspondentes aplicadas aos sistemas homeopáticos.

 

A região do espectro eletromagnético referente à ressonância vital, descrita acima, se encontra especialmente na faixa das ondas de frequências extremamente baixas, de sigla ELF (Extremely Low Frequency) ou FEB (Frequências Extremamente Baixas), as quais se situam entre 3 Hz e 30 Hz, porém, também mais amplamente entre 0,001 Hz a 1.000 Hz, o que corresponde à energia vital entre 0,001 aq e 1.000 aq.

 

A rotação molecular da água é ressonante às micro-ondas, a rotação nuclear é ressonante às ondas de rádio, enquanto que a rotação de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas em frequências extremamente baixas (ELF ou FEB). E assim como na rotação das micro-ondas as oscilações moleculares alcançam o infravermelho, de modo semelhante, na presença da água, as rotações ressonantes, em relação às ondas de baixíssimas frequências, também alcançam a faixa da radiação infravermelha do metabolismo humano pela energia vital.

 

A rotação (giro ou spin) de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas de frequências extremamente baixas (ELF) porque o momento de inércia (I = m . r²) dessas partículas subatômicas é muito menor do que o momento inercial (produto da massa pelo quadrado do raio) de prótons e nêutrons, sendo menor ainda na comparação com as moléculas aquáticas ou orgânicas. A rotação dos quarks é relativamente independente da rotação dos bárions nucleares que os contém, vez que a massa dos núcleons é na maior parte atributo dos glúons, segundo esta hipótese antiquântica. Quarks e elétrons podem estar sujeitos à ressonância de rotação entre si, pela precessão do giro ou spin dessas subpartículas atômicas, quando submetidas às condições biológicas específicas da bioquímica, da biofísica e da homeopatia.

 

OBSERVAÇÃO 1: As fórmulas do momento angular são as seguintes…

 

J = I . ω

 

Onde: J = momento angular; I = momento inercial (i = M . R², sendo M a massa e R o raio); ω (ômega) = velocidade angular.

 

Quer dizer, o momento angular (J) pode ser expresso pelo produto do momento inercial (i) pela velocidade angular (ω), contanto que o momento inercial (i) seja expresso pelo produto da massa (M) pelo quadrado do raio (R).

 

Ou ainda…

 

J = MRV

 

Onde: J = momento angular, M = massa, R = raio, V = velocidade linear.

 

Ou seja, o momento angular (J) pode ser expresso pelo produto da massa (M) e do raio (R) pela velocidade linear (V).

 

OBSERVAÇÃO 2: O momento de inércia (ou momento inercial) é a inércia angular de um corpo, o que mostra que tanto o momento angular quanto o momento linear são grandezas de natureza inercial, pois ambos os observáveis descrevem a tendência de um corpo (ou sistema) em manter seu estado de movimento (translação ou rotação) na ausência de forças ou torques externos.

 

OBSERVAÇÃO 3: O torque pode ser considerado a força angular, que é expressa em newton-metro (N.m), sendo que o torque (momento de uma força ou força de torção) é frequentemente descrito como o análogo rotacional da força linear. Ele mede a capacidade de uma força causar rotação em um objeto ao redor de um eixo. Diferente da força simples, além da intensidade da força, o torque depende também da distância ao centro de rotação e do ângulo de aplicação.

 

O símbolo do torque normalmente é a letra grega tau (τ ou T)…

 

T = F . R . sin(θ)

 

Onde: T (tau) = torque; F = força; R = raio; sin(θ) = seno do ângulo theta ou teta.

 

Quer dizer, a grandeza torque (τ) é o produto da força (F) e do raio (R) pelo seno do ângulo teta (θ).

 

OBSERVAÇÃO 4: Ao contrário do momento linear e do momento angular, a velocidade linear do tipo tangencial e a velocidade angular não são grandezas inerciais. Neste caso, dessas velocidades, é interessante notar que as grandezas lineares (tangenciais) são iguais às grandezas angulares multiplicadas pelo raio, de modo que as grandezas angulares sejam iguais às grandezas lineares (tangenciais) divididas pelo raio. Dentro deste contexto, de grandezas não inerciais, que não são inerciais por conta de pelo menos um tipo de aceleração, a saber, a aceleração centrípeta, surgem as seguintes relações…

 

S = θ . R ⇒ θ = S / R

 

Onde: S = espaço ou distância linear; θ (teta) = espaço ou distância angular; R = raio.

 

V = ω . R ⇒ ω = V / R

 

Onde: V = velocidade tangencial; ω (ômega) = velocidade angular; R = raio.

 

A aceleração não aparece na fórmula, mas está implícita. Quer dizer, o movimento circular ou rotacional, seja uniforme ou variado, é um movimento não inercial (isto é, acelerado) e a aceleração centrípeta é a principal causa desse movimento não ser inercial, independe de haver ou não variação na velocidade tangencial ou angular.

 

O sistema espectral biológico, de ressonância, consiste primariamente de frequências que promovem um movimento rotatório nos léptons (quarks e elétrons), mas secundariamente abrangendo translação ou mesmo vibração molecular, tal qual na comparação ao aquecimento da água pelo forno de micro-ondas, em que as ondas são primariamente de micro-ondas na rotação e secundariamente de infravermelho na translação, à semelhança do princípio de Pascal aplicado à energia vital. A amplitude da energia vital referida ao fenômeno das diversas ressonâncias entre as partículas subatômicas, atômicas e moleculares, de origem no eletromagnetismo orgânico e telúrico, passa por aumento da energia e redução da entropia, de modo que seja primordialmente de frequências inferiores àquelas das ondas de rádio, mas que alcance a radiação infravermelha relativa ao metabolismo.

 

As radiações ELF ou FEB são compatíveis com as dinamizações homeopáticas, que envolvem sucussões nessas frequências extremamente baixas, mas ademais disso, a ressonância Schumann também explica a manutenção das propriedades medicamentosas dos remédios homeopáticos, as quais são transmitidas por ressonância mórfica de Sheldrake e sustentadas pela ressonância Schumann, desde a prescrição até a administração, passando pela manipulação e dispensação farmacológica.

 

Do mesmo modo que um elétron se manifestam como partícula e como onda, caracterizando a função de onda quântica, um organismo também tem um componente corporal e outro componente ondulatório, este promovido pela cinese eletrolítica, o que mostra que uma solução homeopática com soluto tanto orgânico quanto inorgânico de natureza iônica, apresenta propriedades quânticas, em especial, porque soluções são misturas homogêneas em que o soluto tem dimensões concernentes ao mundo microscópico e submicroscópico.

 

As propriedades quânticas das soluções homeopáticas permite que as mesmas sejam expressas pelos princípios gerais da mecânica quântica e pelo seu formalismo matemático, particularmente, na manifestação da função de onda…

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

 

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática; |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

 

A qual função de onda homeopática é aplicável à versão homeopática da equação de Schrödinger…

 

H Ψ = E Ψ

 

Onde: H = operador linear da solução, de natureza neuropsicológica; Ψ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = observável clínico do soluto, de natureza neurológica e real.

 

11) Memória da água:

 

O astrônomo britânico Arthur Eddington introduziu o conceito de “flecha do tempo” ou “seta do tempo” (“arrow of time” ou “time’s arrow”) em seu livro de 1928, “The Nature of the Physical World” (“A Natureza do Mundo Físico”) para descrever o fenômeno pelo qual o tempo parece fluir sempre no mesmo sentido. Eddington desenvolveu o conceito de “direção de mão única do tempo” vinculando essa ideia de flecha do tempo à definição de entropia, a qual está inserida na segunda lei da termodinâmica.

 

Todavia, o que é a memória senão a capacidade de retroceder no tempo? Quer dizer, memorizar é trazer ao tempo presente as informações contidas no tempo passado. Neste sentido, a memória da água retrocede no tempo porque aplica entropia negativa, ou seja, ao aplicar entropia negativa reverte a cronologia, sendo que na cronologia reversa alcança a informação disponível no tempo passado. Por isso é que a água tem memória ressonante à memória do médico, pois a entropia negativa de oscilação dos quarks está associada à memória da água.

 

11.1) Implicações algébricas na função de onda homeopática:

 

As implicações algébricas da memória da água, para a função de onda homeopática, pela inversão da seta do tempo são as seguintes…

 

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩ ⇒ |ψ⟩’ = α|1⟩ + β|0⟩

 

11.2) Implicações algébricas na versão homeopática da equação de Schrödinger:

 

As implicações algébricas da memória da água, para a versão homeopática da equação de Schrödinger, pela inversão da seta do tempo são as seguintes…

 

H|ψ⟩ = |ψ⟩’

 

E|ψ⟩ = |ψ⟩’

 

Logo:

 

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

 

Onde: H = operador clínico ou homeopático da solução; |ψ⟩ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = energia associada ao observável clínico do soluto; |ψ⟩’ = sentido oposto de |ψ⟩ mantida a mesma direção.

 

11.3) Operador ou porta Pauli-X (de Wolfgang pauli):

 

A “memória da água” corresponde à porta Pauli‑X, que se conecta diretamente com a linguagem padrão da computação quântica, funcionando como o equivalente quântico da porta NOT clássica da informática, invertendo |0⟩ em |1⟩ e vice‑versa.

 

QUARTA PARTE: Resumo.

 

O fenômeno quântico do entrelaçamento entre o soluto e o solvente, na solução homeopática, implica que, quanto maior for a diluição da solução prescrita pelo médico homeopata, maior será a manifestação do soluto no paciente. Isso ocorre porque, quanto mais solvente for indicado na prescrição, mais soluto será comunicado ao organismo tratado, conforme o princípio da complementaridade de Niels Bohr, segundo o qual os estados quânticos são opostos, mas não contraditórios, e sim complementares. Por outro lado, a informação da prescrição médica é transmitida ao paciente pelo pessoal da farmácia, por meio da ressonância mórfica de Sheldrake, o que depende da memória do médico em sinergia com a memória da água.

 

A memória da água se explica porque as informações da prescrição homeopática, transmitidas por ressonância mórfica, estão associadas às oscilações neurais, que são ondas eletromagnéticas em frequências extremamente baixas. Essas radiações eletromagnéticas promovem o giro dos quarks do hidrogênio, reduzindo os microestados dessas partículas subatômicas pela propriedade da liberdade assintótica, a ponto de gerar entropia negativa. Com isso, ocorre a inversão da seta do tempo, permitindo que a água resgate, no tempo presente, o estado quântico das partículas diluídas em um passado recente.

 

QUINTA PARTE: Summary.

 

The quantum phenomenon of entanglement between the solute and the solvent in the homeopathic solution implies that the greater the dilution of the solution prescribed by the homeopathic doctor, the greater the manifestation of the solute in the patient. This occurs because the more solvent is indicated in the prescription, the more solute is communicated to the treated organism, according to Niels Bohr’s principle of complementarity, in which quantum states are opposite but not contradictory, rather complementary. On the other hand, the information of the medical prescription is transmitted to the patient through the pharmacy staff by Sheldrake’s morphic resonance, which depends on the doctor’s memory in synergy with the memory of water.

 

The memory of water is explained because the information of the homeopathic prescription, transmitted by morphic resonance, is associated with neural oscillations, which are electromagnetic waves at extremely low frequencies. These electromagnetic radiations promote the spin of hydrogen quarks, reducing the microstates of these subatomic particles through the property of asymptotic freedom, to the point of generating negative entropy. With this, the inversion of the arrow of time occurs, allowing water to recover, in the present time, the quantum state of the particles diluted in a recent past.

 

SEXTA PARTE: Bibliografia:

 

Bing (Copilot), Brave, Google e Meta pela inteligência artificial.

 

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville – SC, Editora Letra Médica, 2004.

 

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre – MG, Editora Sul das Geraes, 1995.

 

 

Dr. Paulo Venturelli